Embora o nome “design” seja frequentemente associado à qualidade e aparência estética de produtos, o design como disciplina tem por objetivo máximo promover bem-estar na vida das pessoas. No entanto, é a maneira como o designer percebe as coisas e age sobre elas que chamou a
atenção de gestores, abrindo novos caminhos para a inovação empresarial.
O designer enxerga como um problema tudo aquilo que prejudica ou
impede a experiência (emocional, cognitiva, estética) e o bem-estar
na vida das pessoas (considerando todos os aspectos da vida, como
trabalho, lazer, relacionamentos, cultura etc.). Isso faz com que sua
principal tarefa seja identificar problemas e gerar soluções.
Design Thinking se refere à maneira do designer de pensar, que utiliza um tipo de raciocínio pouco convencional, o pensamento abdutivo. Neste tipo de pensamento, busca-se formular questionamentos através da apreensão ou compreensão dos fenômenos, ou seja, são formuladas perguntas a serem respondidas através de várias técnicas. Seguem algumas das principais etapas deste processo:
Imersão: diversas formas de pesquisa sobre o projeto e seus usuários, dentre elas, pesquisa exploratória, desk, entrevistas, um dia na vida, sombra, etc.
Análise e síntese: cartões de insight, mapa conceitual, personas, jornada do usuário, etc.
Ideação: brainstorming, workshop de cocriação, cardápio de ideias, matriz de posicionamento.
Prototipação: protótipo em papel, modelo de volume, encenação, storyborad, protótipo de serviços.
Para saber melhor, indico a leitura detalhada deste livro.
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10 de outubro de 2013
1 de abril de 2011
Bienal do Livro de São José dos Campos
Fala galera, passo por aqui para deixar uma dica cultural para vocês, é a Bienal do Livro de São José dos Campos, que acontece de 8 a 17 de abril, no Parque da Cidade.O estande da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) contará com a participação de 78 escritores da cidade - cinco deles integrantes da Academia Joseense de Letras. Ao todo serão 103 obras expostas e à venda no evento.
O espaço da FCCR contará também com uma praça de leitura, onde acontecerão diversas atividades como bate-papo com autores, declamações, músicas e teatro, além do lançamento de 28 obras.
Vale muito a pena conferir e dar uma força aos escritores regionais, e estando lá, não deixe de ver a obra "Resposta da Vida", da minha irmã escritora Érica Monquero.
Ah, fica a dica!
25 de outubro de 2010
Nos bastidores da Disney
Fala Mickeys e Minnies!Neste artigo o Blog do Du Monquero comenta o livro "Nos Bastidores da Disney", de Tom Connellan. É uma leitura indispensável para todos, para aplicação no trabalho, em casa, relacionamentos, etc.
O livro explica as simples e ricas ferramentas de marketing utilizadas pela Disney até hoje. A Disney tem um índice de 70% de fidelização, recebendo 33 milhões de clientes por ano.
O livro consiste e detalha as sete lições principais predominantes na Disney:
1. Concorrente é qualquer empresa com a qual o cliente compara
2. Fantástica atenção aos detalhes
3. Todos mostram entusiasmo
4. Tudo mostra entusiasmo
5. Múltiplos postos de escuta
6. Recompensa, reconhecimento e comemoração
7. Todas as pessoas são importantes
Deixo aqui um vídeo curto sobre um termo presente no cotidiano da Disney: entusiasmo.
Vale a pena conferir e fica a dica!
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27 de setembro de 2010
A cabeça de Steve Jobs

Neste artigo, o Blog do Du Monquero comenta o livro A Cabeça de Stive Jobs, leitura indispensável.
A Cabeça de Steve Jobs é mais que um livro sobre a história daquele cuja imagem se confunde com a da própria Apple. A partir da carreira de Jobs, o autor Leander Kahney, dá ao leitor dicas interessantes sobre como bem administrar empresas, gerenciar pessoas e se colocar no lugar do cliente para identificar suas necessidades e atender melhor suas expectativas.
Steve Jobs é radical em não admitir o fracasso. Para ele, existem dois tipos de pessoas: os gênios e os “antas”. Com base nisso, Steve mandou uma série de empregados embora, remontou equipes e substitui a gerência na sua volta à Apple, em 1996, depois de 11 anos afastado da companhia.
Jobs escolheu quatro entre 40 produtos da Apple para serem aperfeiçoados.
O objetivo de Steve Jobs era apenas focar: ele acreditava que quando mais selecionado, melhor seria o trabalho em torno do produto, assim como equipe, que ele sempre optava por equipes enxutas, porém com os melhores profissionais que existem.
O iMac, com design arredondado, cores de frutas, configuração fácil, software amigável e personalidade própria – se destacou, tornando-se o computador mais vendido da história, e cada detalhe era escolhido por Jobs, assim como todo os demais produtos como iPhone, iPad, iPod entre outros.

O livro conta a extrema simplicidade que Jobs trata a tecnologia, no sentido de não sobrecarregar produtos com acessórios ou funções que não tenham uma necessidade real, buscando proporcionar a maior facilidade possível aos clientes.
Não se importando, Jobs trabalha mais de doze horas por dia, ele se concentra naquelas áreas que domina e delega todo o resto. Esse é uma dica que se destaca aos que querem aprender a arte de gerenciar de forma certeira, ao estilo de Jobs.
Leander Kahner afirma que Steve Jobs é bom em desenvolvimento de novos produtos, apresentação de produtos e realização de acordos.
Steve é também extremamente voltado para os detalhes, assim como é a filosofia de Walt Disney. Quando não gosta de um trabalho, pede que o refaçam e lhe apresentem quantas vezes forem necessárias. Ele se coloca no lugar do consumidor o tempo todo porque ele é, na realidade, o maior consumidor de produtos da Apple.
Para Jobs o foco em projetos é dizer “não” aos demais trabalhos. Não é assim que as empresas fazem, mas funciona. Ele não programa, nem é designer e não executa. Mas ao mesmo tempo, ele é quem está por trás de tudo isso.
Vale a muito a pena ler este livro e compreender como funciona a cabeça de Steve Jobs.
Boa leitura, pense diferente, um abraço!
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